Notícias de Blumenau

Um pouco de tudo. Mas tudo daqui.

pela moralização do preço

with 24 comments

vamos fazer o seguinte, guardem o comprovante de pagamento abusivo dos itens básicos e colocaremos aqui o nome da empresa e o valor que foi pago. é bom que todos saibam quem está explorando a situação.

publicaremos as notas fiscais

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Written by Juliana

24 novembro, 2008 às 5:58 pm

Publicado em Notícias

24 Respostas

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  1. Genial.
    Explorar as pessoas achando estar aproveitando uma oportunidade é algo de muito escroto.

    Ariel Gajardo

    24 novembro, 2008 at 6:03 pm

  2. Alguém sabe as implicações legais de darmos o nome dos estabelecimentos sem termos notas fiscais para comprovar? Algum advogado por aí?

    Fábio Ricardo

    24 novembro, 2008 at 6:05 pm

  3. R$10,00 um galão de água.

    Humbcf

    24 novembro, 2008 at 6:07 pm

  4. Que absurdo! Com certeza merecem ser “divulgados” !

    Nadi_

    24 novembro, 2008 at 6:07 pm

  5. Segundo a FURB TV, uma padaria na Rua Joinville (só tem uma) está cobrando 8 reais pelo quilo do pão francês.
    Também ouvi que um consumidor (um trouxa, na verdade) pagou 10 reais por uma quantia mínima de queijo.

    Leonardo

    24 novembro, 2008 at 6:08 pm

  6. temos que ter o comprovante do preço. não divulgar sem a nota fiscal.

    jululi

    24 novembro, 2008 at 6:12 pm

  7. Alguém por favor tem alguma informação sobre o Bairro Nova Esperança, no final da rua julio Michel… não consigo me comunicar com niguém lá…. Beatriz

    Beatriz

    24 novembro, 2008 at 6:12 pm

  8. Concordo esses lugares precisam ser divulgados, por que é ser muito nojento fazer esse tipo de coisa numa situação assim e deveria ser possivel processar esses estabelecimentos por esse tipo de atitude.

    Tenho um blog gostaria de poder publicar os nomes destes locais também para que saibam que não é dessa maneira que se faz dinheiro.

    Jean

    24 novembro, 2008 at 6:13 pm

  9. Em uma padaria da rua Joinville (só tem uma mesmo?) minha madrasta acabou de comprar pão por R$ 4 / KG… e não R$8…
    10min atrás…

    Halissa

    24 novembro, 2008 at 6:15 pm

  10. isso me enoja! como podem ser capazes de tirar proveito de uma situação critica como essas? por isso que o mundo é o que ele é!

    espero que vocês façam alguma coisa contra essas pessoas que com certeza possuem uma pedra no lugar do coração e não possuem alma mais – já foi vendida para o Diabo há muito tempo!

    dollieblythe

    24 novembro, 2008 at 6:16 pm

  11. Digam os nomes e preços dos locais. Dizer ‘uma padaria no lugar x’ não ajuda em nada.

    Felipe Albrecht

    24 novembro, 2008 at 6:18 pm

  12. EM VEZ DE AJUDAREM ESSE PORCOS, PRA NÃO DIZER OUTRA COISA QUEREM ENRIQUECER EM CIMA DA DESGRAÇA DOS OUTROS!!!!ISSO É UM ABSURDO!!!

    michela

    24 novembro, 2008 at 6:22 pm

  13. Tudo culpa dos Porcos Capitalistas (Deu vontade de falar isso)

    Mark

    24 novembro, 2008 at 6:27 pm

  14. Não sei se podemos processar, mas podemos avisar a todos para que após o transtorno não comprem mais coisas nesses determinados lugares.

    Jonathanrz

    24 novembro, 2008 at 6:29 pm

  15. Ótima iniciativa para nos proteger desses acidentes da natureza humana que se aproveitam em uma hora dessas em que já basta a desgraça causada pela natureza.
    Em Gaspar tem gente roubando nos sótãos das casas alagadas… minha irmã e minha mãe guardaram coisas no sótão e saíram pois a água quase chegou ao sótão… e tiveram a infeliz surpresa de saber que tem gente roubando nessas circunstâncias… dá pra acreditar! E faz como?! Chama a polícia?!?

    Telma

    24 novembro, 2008 at 6:36 pm

  16. Minha sogra acabou de avisar que o lugar que vende pão a R$ 8,00 está com as máquinas registradoras e de cartão desligadas. Se for pedir nota, tem que ser manual e cuidar pra ver se eles ainda não arranjam desculpa pra não dar. Se ajuda, esse lugar fica no começo da Joinville.
    Sinto vergonha por essas pessoas que estão cobrando esse preço por alimentos e água. Muita vergonha.

    Parece que o Giassi tá vendendo tudo com preços “normais”, mas tem fila pra pegar a senha e conseguir entrar lá.

    Joana

    24 novembro, 2008 at 6:38 pm

  17. Lançando a idéia: fazer mutirão pra cozinhar e boicotar esses comerciantes filhos da mãe. Isso deu certo durante a guerra civil espanhola, pode ajudar agora.
    Quem tem forno, empresta, quem tem trigo, ovo e afins, cada um sai com um pão, pelo menos.
    Já pensamos em alternativas pra tanta coisa, pode ter pra essa situação também.

    Joana

    24 novembro, 2008 at 6:46 pm

  18. A “lesão” é um “vício de consentimento do negócio jurídico”. Ela é causa de anulabilidade do negócio jurídico.

    Leiam o art. 157 do Código Civil, o art. 39 do Código de Defesa do Consumidor e os arts. 1º, 2º e 4º da lei dos crimes contra a economia popular:

    Art. 157 do Código Civil:
    Ocorre a lesão quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
    § 1º Aprecia-se a desproporção das prestações segundo os valores vigentes ao tempo em que foi celebrado o negócio jurídico.
    § 2º Não se decretará a anulação do negócio, se for oferecido suplemento suficiente, ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito.

    Art. 39 do Código de Defesa do Consimidor (Lei n. 8078/90)
    É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas: (Redação dada pela Lei nº 8.884, de 11.6.1994)
    (…)
    II – recusar atendimento às demandas dos consumidores, na exata medida de suas disponibilidades de estoque, e, ainda, de conformidade com os usos e costumes;
    (…)
    V – exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva;
    (…)
    IX – recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento, ressalvados os casos de intermediação regulados em leis especiais; (Redação dada pela Lei nº 8.884, de 11.6.1994)
    (…)
    X – elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços. (Incluído pela Lei nº 8.884, de 11.6.1994)

    Art. 1º da Lei dos crimes contra a economia popular (L. 1521/51):
    Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes e as contravenções contra a economia popular.
    Art. 2º. São crimes desta natureza:
    I – recusar individualmente em estabelecimento comercial a prestação de serviços essenciais à subsistência; sonegar mercadoria ou recusar vendê-la a quem esteja em condições de comprar a pronto pagamento;
    II – favorecer ou preferir comprador ou freguês em detrimento de outro, ressalvados os sistemas de entrega ao consumo por intermédio de distribuidores ou revendedores;
    (…)
    IV – negar ou deixar o fornecedor de serviços essenciais de entregar ao freguês a nota relativa à prestação de serviço, desde que a importância exceda de quinze cruzeiros, e com a indicação do preço, do nome e endereço do estabelecimento, do nome da firma ou responsável, da data e local da transação e do nome e residência do freguês;
    Art. 4º. Constitui crime da mesma natureza a usura pecuniária ou real, assim se considerando:
    (…)
    b) obter, ou estipular, em qualquer contrato, abusando da premente necessidade, inexperiência ou leviandade de outra parte, lucro patrimonial que exceda o quinto do valor corrente ou justo da prestação feita ou prometida.
    Pena – detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa, de cinco mil a vinte mil cruzeiros.

    TROCANDO EM MIÚDOS:

    Isso tudo sugere que, no momento do desespero, tentem exigir que o vendedor venda a um preço razoável. Se for necessário, chamem a polícia e o procom.

    Se nada disso funcionar, comprem e paguem o que for pedido, mas JUNTEM PROVAS e depois entrem com ação na justiça para anular o negócio jurídico e denunciem o cara no procom e na polícia.

    Rui

    24 novembro, 2008 at 7:20 pm

  19. exagero isso, pessoal vem xingar eles, se eles cobram isso é porque tem panaca que compra. Enchente é coisa rapida, não dura semanas, dura 3 dias no maximo, todo mundo tem suprimentos pra se manter o suficiente no dia de pico (dois dias de pico no maximo), mas ai tem pessoas que acham que é o fim do mundo e vão comprar tudo que estão a sua frente, aumentando a procura so que a oferta não aumenta, os preços vão subir mesmo mesmo condições, sempre foi assim as enchente em Blumenau, agua dobra o preço. A irracioalidade dos consumidores é que jogam os preços la em cima.

    Guilherme

    24 novembro, 2008 at 7:24 pm

  20. Da proxima vez, o padeiro fica em casa e vcs ficam sem pão: tá valendo?

    Aí é só pedir pro Lula jogar pão de avião…

    Vctemrazao

    24 novembro, 2008 at 7:40 pm

  21. Vctemrazao -> o fato de o padeiro sair de sua casa para fazer o pão (e vender a um preço justo) tem o mesmo efeito das pessoas que sairam de suas casas para ajudar os vizinhos no momento de desespero.
    O padeiro aumentando o preço para lucrar (e muito) aproveitando-se da situação, é a mesma coisa que ele precisar de ajuda na enchente e quererem cobrar dele por esta ajuda.

    Guilherme -> o problema não é o tempo que dura a enchente, e sim o tempo que se leva para reabastecer o mercado.

    Tiago

    24 novembro, 2008 at 9:51 pm

  22. Talvez então devamos pegar em armas e obrigar os profissionais a trabalharem pelo preço tabelado pelo governo Cubano.

    Vamos chamar esse preço “justo” de “valor da solidariedade escrava”…

    Vctemrazao

    24 novembro, 2008 at 10:33 pm

  23. “Vctemrazão”, sua mentalidade irônica e ultraliberal é absolutamente incompreensível diante de um drama dessas proporções.

    Não se trata de “otários” e “malandros” aqui, pois nem tudo se resolve pela sua visão maniqueísta de capitalismo da simples “lei da oferta e da procura”.

    Evidente que ninguém vai obrigar o padeiro a trabalhar desse jeito tolo que você está imaginando.

    Mas se ele abrir a padaria para, aumentando exageradamente os preços, se aproveitar do estado de premente necessidade dos outros, a população pode sim chamar a polícia para garantir a aplicação da Lei.

    Não é o caso de “fazer justiça com as próprias mãos” como você imaginou, mas simplesmente chamar a polícia e o Procom ou então, depois, acionar o Poder Judiciário.

    Talvez você esteja se esquecendo de que não é só pão e água que subirão de preço por conta da catástrofe.

    Depois que a água baixar haverá muitas lojas de material de construção tentando vender telhas, lonas, etc., por preços abusivos.

    Aí sim (pois o valor será mesmo vultoso) será o caso de, não conseguindo negociar, pagar os preços exagerados exigidos e depois entrar na Justiça.

    Ninguém em Blumenau é “panaca”.

    Rui

    25 novembro, 2008 at 2:38 pm

  24. olá… gostaria, se possível, notícias e informações sobre o Bairro Nova Esperança em Blumenau… a situação lá é muito séria… estão isolados e só com acesso de helicóptero… se alguém tiver uma informação, ótícia, fotos, por favor, divulguem!!!
    obrigada, valeu povo

    Andreia

    26 novembro, 2008 at 1:15 am


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